Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

eatbioandbike

eatbioandbike

EAT - Folhados de Compota

 

 

 

Trago hoje uma receita que surge no seguimento da anterior que postei aqui. Ontem tive um jantar em casa de uns Tios e achei por bem levar uma sobremesa. No entanto, queria algo rápido, simples, que não me tirasse mais do que cinco minutos do sol maravilhoso que por aqui estava.

Pensei e veio-me à cabeça pegar num pouco de massa folhada e rechear com uma colher de compota de pêssego e de tomate. Achei bem e experimentei. Os meus Tios gostaram, eu também achei que estava bom e por isso trouxe aqui a minha invenção.

 

Ingredientes (para 10 folhadinhos):

Uma placa de massa folhada

Uma gema de ovo para pincelar

Amêndoa partida q.b.

Compota do que se quiser (eu fiz com a compota que tinha feito de tomate e de pêssego)

 

Modo de preparação:

Esticar um pouco a placa de massa folhada. Partir em colunas (eu na minha cortei em cinco) e depois cortar a meio em todo o comprimento, dando 10 folhadinhos.

Colocar no centro um pouco de compota a gosto. Cobrir com as pontas do quadrinho de massa folhada e colocar a dobra para baixo no tabuleiro para não se ver ao servir.

Depois de todos feitos, pincelar com um pouco de gema de ovo, para ficar coradinho, e pôr por cima bocadinhos de amêndoa. 

Levar ao forno até que fiquem coradinhos, a 180º.

 

Que fique bom :)

BIO - Plantar Manjericão

 

Hoje mostro uma das minhas aventuras pela horta de varanda.

Li num documento que me veio calhar ao e-mail que o manjericão tem imensas capacidades medicinais e que inclusivamente afasta os mosquitos. Ora, eu sou uma daquelas pessoas que fica com milhões de borbulhas logo na primeira noite de verão. Portanto, pus pés ao caminho para que o manjericão seja o meu melhor amigo!

Nesse mesmo documento dizia que se arrancasse um ramo de um manjericão já plantado e se colocasse num copo com água, em Agosto, daria para depois transplantar. Nem pensei duas vezes. Peguei num ramo do manjericão que a minha Avó tinha cá na Quinta e coloquei num copo com água, como se vê na fotografia.

Vamos indo e vendo como é que ganha raiz e depois transplanto para um vaso que irá ficar na minha horta de varanda.

Aos poucos vou construindo e esta pareceu-me uma excelente ideia. Prática e simples. Vamos ver se tem resultados satisfatórios.

 

Fica aqui esta dica e depois digo do seu destino. 

EAT - Compota de Pêssego e Canela

 

 

Pêssegos a mais? Compota!

Estavam tão madurinhos e tão bonitos que tinham tudo para dar uma compota deliciosa. Mas, como eu gosto de dar um toque diferente, adicionei canela e deu um travo conventual.

Não tem ciência nenhuma fazer uma iguaria destas, mas leva o seu tempo. O fundamental é saber que a quantidade de açúcar tem que ser a mesma que a quantidade de pêssegos descascados e sem caroço. No meu caso tinha 517gramas de pêssego e deu dois frascos e meio.

Aqui fica a receita:

 

Ingredientes:

Pêssegos

Açúcar

Canela

 

Modo de preparação:

Pesam-se os pêssegos descascados e sem caroço. De seguida, pesa-se a mesma quantidade de açúcar.

Colocar numa panela, com o fogão sempre no mínimo, primeiro um pouco de açúcar, de seguida o pêssego e, por último, o resto do açúcar. Colocar umas pitadas de canela a gosto. Não coloquei muita porque queria que ficasse apenas com um travo.

Deixar no mínimo durante o tempo necessário para que fique com a consistência desejada e que faça o chamado "ponto de estrada" (tirar um pouco e colocar num prato e verificar se, ao passar o dedo no meio, as duas partes não se unem).

Assim que for atingido este ponto, retirar do lume e colocar em frascos devidamente esterilizados.

 

Que saiba bem!

BIKE - Uma valente surpresa!

Hoje fiz mais um dos meus passeios de bicicleta. Como estou de férias em casa dos meus Avós em Barcelos, peguei na antiga bicicleta da minha Avó materna e lá fui.

Pelos caminhos desta pequena aldeia, o sol batia forte, mas o vento cortava o calor. Era fim da tarde. Fui sozinha.

Apreciei a paisagem, apreciei a calçada que me fazia tremer, apreciei o senhor que passou a pé por mim e sorriu, apreciei aquele momento.

Mais uma vez senti todo o meio que me envolvia como se ele me abraçasse.

Lá entrei pela rua de nome "Estrada Medieval" e segui. 

Depois de um curto percurso, dei meia volta e virei para casa.

Contava um, dois, três. Um de cada vez. Pinheiro de vez em quando, eucalipto mais do que uma vez.

Mas foi aí, nesse pequeno instante, que fui surpreendida. Toc, toc, toc, toc...

Batidinho e ritmado.

Olhei para trás e intimidei-me (na verdade, assustei-me). Um cavalo (com um cavalheiro na casa dos seus 15 anos) em direcção a mim, com toda a força. 

Rapidamente, naquela estada "Medieval", senti um cheirinho a Idade Média. Galinhas de um lado, pinheiros do outro, mulheres a lavar a roupa na rua, música no fundo do ouvido... Toc, toc, toc, toc... "Uau", pensei eu. Mas, estava cada vez mais perto.

Voltei a olhar desconfiada. Depressa!! Ele corria "como um cavalo"! De facto..

Que momento era aquele? Naquela estrada, de bicicleta, no meio do bosque, com um cavalo atrás de mim? 

Nesse instante, virou na primeira à esquerda. Ufa... Mas, sorri.

 

EAT - Huevos Rancheros à minha moda

Hoje o meu post é dedicado a uma das minhas recentes idas à cozinha. 

 

Por altura do Mundial de futebol do Brasil, que tão de perto acompanhei, emocionava-me constantemente com a mistura de raças, culturas e gentes que aquele evento conseguiu. Era ver adeptos oriundos da Coreia do Sul misturados com adeptos da Argentina, com adeptos da Holanda, de Portugal, do Gana. Como todos somos iguais na sua diferença. Como adoro estes momentos!!

 

E foi num dos jogos do México que me lembrei de pesquisar as culinárias desse maravilhoso país. Por muitas pesquisas na Internet, encontrei uma receita de HUEVOS RANCHEROS, que rapidamente adaptei a meu gosto e com imaginação.

 

Aqui fica a receita que apelidaram de deliciosa:

 

 

Em primeiro lugar há que preparar as chamadas "Tortilhas Mexicanas". Para tal, vai ser preciso:

- 3 xícaras de farinha (mais ou menos 425gr)

- 1 colher de chá de sal

- 100 gr de manteiga

- 1 xícara de água quente

 

Modo de preparação:

 

Misturar o sal com a farinha com uma vara de arames.

De seguida, misturar com os dedos a manteiga juntamente com a farinha, até ficar esfarelado.

Juntar uma xícara de água quente e misturar com a ajuda de um garfo.

Começar a amassar. Se precisar de farinha, ir juntando a olho.

Continuar a amassar até a massa unir.

Cobrir com uma toalha. Deixar repousar durante 15 minutos.

Depois, partir em 8 pedaços iguais e fazer pequenas bolinhas.

Cobrir novamente com um pano e deixar repousar mais um pouco.

Abrir a massa com um rolo até ficar fininha.

Colocar cada um numa frigideira quente.

Esperar que faça bolhas e virar.

Servem-se frias.

 

Para completar o prato, há que tratar agora do frango e do arroz que recheia a tortilha.

 

Ingredientes para o "Recheio":

 

Frango (a quantidade depende do número de pessoas)

Azeite q.b.

Cebola

Alho

Caldo de Galinha

Paprika q.b.

Pimenta Doce q.b. 

Pimenta Preta q.b.

Piri-Piri q.b.

Tabasco q.b.

Pimento aos pedaços

Arroz de açafrão (para misturar com o frango aos pedaços)

Um ovo escalfado

Molho de Mostarda

 

Modo de preparação:

Colocar a estufar o frango com todos os ingredientes supra indicados (abusar nos temperos porque se quer bem picante), durante aproximadamente 2horas, para que fique bem tenro. 

Depois de estufado, colocar, em cima da tortilha, o frango com o molho (que ao estufar inevitavelmente vai largando) e com um pouco de arroz de açafrão, de forma a que fique muito colorido.

No topo, colocar o ovo escalfado e uma pitada de molho de mostarda.

 

Espero que saiba bem e que se deliciem com esta receita mexicana com tanta cor e sabor!

 

BIO - A Horta está a nascer

 


Escolhi para o post de hoje a descrição do início da minha pequena grande aventura: uma horta de varanda. 

Como bem se vê nas fotos, comprei uns recipientes próprios para fazer a chamada sementeira. Furei o fundo de cada quadradinho para a terra respirar e a água escoar.

 

De seguida, coloquei terra turfa (terra mais adequada para as sementeiras) e fiz um furinho com a ajuda de uma pauzinho. Nesse furinho coloquei duas ou três sementes de cada iguaria que pretendo ver nascer e crescer.

 

Para já plantei salsa, alface, rúcula, espinafre, tomate cherry, couve bruxelas e pimento. Coloquei uns palitinhos com uns papéis nos exactos sítios onde semeei as diversas plantas para eu conhecer os pequenos rebentos. 

 

Tapei com mais um pouco de terra turfa e reguei. Isto foi feito há mais ou menos duas semanas e a fotografia retrata o estado da nação há uns dias. 

 

As alfaces teimam em não aparecer, mas a salsa, couve de bruxelas e tomatinhos já estão bem altinhos. De tal forma que como a maior parte das sementes deu planta, tirei algumas de maneira a que fique apenas um por quadrinho para ficar com mais espaço e desenvolver (o que se chama, "agriculturamente" falando, fazer a monda).

 

Tenho regado todos os dias sem esquecer. Sem uma rega fresquinha ao fim da tarde não nascem as plantas, como bem me ensinaram. 

 

Para não escavar a terra, tenho aquele borrifador que aparece na segunda foto. Reutilizado, é claro! Em tempos foi um limpa vidros, mas agora tem uma nova vida. Lavei bem lavadinho e aproveitei para fazer de regador como se de verdadeira chuva se tratasse.

 

Como se pode ver na segunda imagem, os recipientes que comprei são mini-estufas, o que permite fazer estas sementeiras em qualquer altura do ano, penso eu de que. 

 

Mal desenvolvam e fiquem grandinhas, transplanto as minhas plantas para os vasos que pretendo colocar na minha varanda.

 

Mas, cada coisa a seu tempo. Vamos lá ver no que isto vai dando {#emotions_dlg.smile}

 

 

 

O meu Início

Começar um blog sem ter a mínima noção se isto vai dar alguma coisa interessante (há tantos blogs espectaculares!!) e sem saber muito bem por onde começar, não é fácil! Mas, rendi-me! Rendi-me ao mundo dos blogs! E prometo, desde já, deixar aqui um pedacinho de mim!

 

Ainda tenho 22 anos mas, a paixão pela cozinha já apareceu há alguns anos. Por um Natal recebi um livro de cozinha e à cautela, sempre meia desconfiada, lá fui experimentando fazer umas receitas. Saiu bem, saiu mal. Olhava mais para as vezes que saía bem e animava-me.

No entanto, se em tempos de escola não havia tempo, em tempos de férias não havia paciência e o bichinho da cozinha andava meio adormecido.

 

Todavia, há uns anos para cá fui-me apercebendo que cozinhar para mim é dar um pouco de nós aos outros. Fazê-los felizes. Aquele momento sozinha na cozinha a preparar um prato (por muito banal e simples que seja), a experimentar sabores e a colocar ingrediente a ingrediente na travessa para levar à mesa, é maravilhoso. Às vezes sinto que sou uma personagem de um filme de Walt Disney, em que tudo à minha volta me parece harmonioso.

 

Como, nos dias de hoje esta paixão está mais do que desenvolvida dentro de mim, escolhi a palavra EAT para o início do nome do meu primeiro Blog. É o prazer de ver os outros a comer todas as coisinhas que preparo que me faz pegar nos tachos e colocá-los ao lume. Todas as vezes. Uma de cada vez. E de cada vez que sentir este prazer, postarei aqui a minha iguaria.

 

Porque não tem apenas EAT mas também BIO, passo a explicar. Há pouco menos de 1 mês surgiu em mim a vontade de criar uma horta biológica na minha varanda do meu quarto. Desde sempre que contacto com a Natureza de uma forma privilegiada. Passo férias desde pequena na quinta dos meus Avós maternos em Barcelos e lá vi nascer e crescer diversos legumes, árvores de fruto, muitas flores que recheiam a paisagem de cor e muitas galinhas e galos que dão os ovos mais amarelinhos do mundo (na minha não modesta opinião!). Aqueles Sábados em que se traz para casa um conjunto de legumes fresquinhos e tão saborosos é uma alegria! E quando se traz caixotes de fruta? Rapidamente começo a descobrir mil e uma maneiras de a aproveitar, seja em bolos, em tartes, em compotas, etc! Ora toda esta alegria de ver nascer pequenino e depois dar fruto ou legume, vou querer poder ter mesmo ao meu pé. Aquele sabor, aquela textura, aquele cheirinho a tomate, a vagem, a rúcula, a espinafre... Hum... parece que já cheira!

 

Bem sabendo que as coisas que se compram nos grandes supermercados não são assim tão naturais como se gostaria, vou aventurar-me e tentar colher dia-a-dia um pouco da minha horta de varanda, sem pesticidas, sem produtos. BIO! Vou mostar aqui como vou fazer, como vai evoluindo e ajudar os aventureiros a tornar as suas varandas em autênticas hortas. Estar em contacto com a Natureza é absolutamente encantador! É tudo o que nos rodeia, todas as paisagens lindas naturais! O Homem é apenas uma parte deste mundo maravilhoso de plantas, bichinhos, de mar e de peixinhos que fazem a sua vida, um a um, minuto a minuto, ou lá como eles contam o tempo!

 

Por último, e porque já ninguém vai ter paciência para ler este post: BIKE! Se me permitissem (ruas preparadas, estacionamento próprio e se não houvessem assaltos) eu não tinha outro meio de transporte. Faz-se exercício, não se polui, não se gasta um tostão. Mais vantagens? Não há trânsito. UAU!

Quando pego na minha bicicleta (tenho uma normal e outra eléctrica que, nas ruas para cima e para baixo da minha querida cidade do Porto, é maravilhosa!) sinto-me parte do Ambiente que me rodeia. Sinto que não o estou a ferir, bem pelo contrário, que o abraço aconchegadamente. Vou aqui contar cada passeio que me tocará o coração.

 

Bem, chega de promessas e de parlapiê que já ninguém me atura!

 

Pág. 2/2

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub